23/03/2012 08h25 - Atualizado em 23/03/2012 08h25
Construtoras querem mudar área tombada para erguer prédios em SP
Empresários pretendem construir em terreno na Rua Augusta. Moradores, porém, pedem criação de um parque no local.
Márcio Pinho Do G1 SP Manifestante protesta durante reunião realizada na quinta (Foto: Márcio Pinho/G1)
As construtoras Setin e Cyrela querem mudar uma resolução do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) para poder construir duas torres acima da altura permitida atualmente em um terreno da Rua Augusta, na região central. Trata-se de uma área verde de 24 mil m², mais de dois campos de futebol, que há décadas é alvo de uma polêmica.
Os moradores querem a construção de um parque em toda a área e o prefeito Gilberto Kassab (PSD) começou a atender o pedido ao decretar a área de utilidade pública em 2008, mas não levou o projeto a cabo. Já o dono da área, o banqueiro Antonio Conde, tenta há anos a construção de empreendimentos em parte do terreno e promete fazer também um parque aberto à população no restante da área.
O terreno fica no quarteirão entre as ruas Caio Prado e Marquês de Paranaguá, e é um dos poucos pontos de vegetação de Mata Atlântica remanescente da cidade. Ali havia um bosque e o antigo Colégio Des Oiseaux, no início do século 20. Cerca de um terço dele abriga um bosque e o tombamento do terreno limita construções a 45 metros de altura - edifício de cerca de 15 andares.
Para a área, as construtoras apresentaram na tarde desta quinta-feira (22) o projeto de construção de duas grandes torres que superariam esse limite previsto no tombamento de 2004. Trata-se da quarta reunião convocada pela Prefeitura para apresentação de projetos para a área. A opção é uma alternativa à já apresentada anteriormente de quatro torres menores, de até 14 andares. Já foi cogitada também a criação de um shopping.
Pelo novo projeto, as construtoras se comprometem a aumentar a área verde aberta ao público de cerca de 66%, pelo projeto anterior, para 82%. As construtoras não informaram a altura do projeto de duas torres.
Um grupo de cerca de 30 moradores compareceu à audiência com faixas protestando contra o projeto, pedindo que Kassab leve adiante a desapropriação do terreno e a criação do parque e que a Câmara Municipal aprove o projeto de criação do equipamento.
Qualidade de vida
Segundo José Augusto Ferraz, morador da região da Rua Augusta, a área tem de ser totalmente transformada em parque. “O Centro não tem áreas verdes, e já tem muitos prédios. Não precisamos mais de concreto, precisamos de qualidade de vida”, afirma.
Os moradores questionam ainda outros prejuízos que as torres poderão trazer à região, como a sombra, a iluminação artificial que pode afetar a fauna e a flora, os lençóis freáticos e a questão do trânsito na região. Eles apresentam um abaixo-assinado com 25 mil assinaturas.
Para Antonio Setin, da construtora Setin, o projeto é o que se chama no meio empresarial de “ganha, ganha, ganha”. Ou seja, ganha quem investe e a população, que terá à disposição um parque dado gratuitamente pelo proprietário numa área hoje que é um bosque. Sem derrubar árvores, ele promete melhorias como pistas de cascalho para praticar corrida. A administração seria do condomínio.
Segundo Setin, o projeto, juntamente com a revitalização da vizinha Praça Roosevelt, irá acabar com a degradação da área e trará mais segurança e qualidade de vida para a população. O empresário afirma ainda que haverá melhorias nas calçadas.
Outros moradores também compareceram ao evento para se manifestar a favor do projeto das construtoras, argumentando principalmente que é uma chance de o parque existir, e que as chances diminuem se for necessário esperar por uma ação da Prefeitura ou por um processo judicial decorrente de uma desapropriação.
Verde
O secretário do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, que esteve no evento, afirma que a Prefeitura precisa priorizar em suas ações a expansão das áreas verdes e ainda a qualidade da distribuição dessas áreas. Ele argumenta que a região de Parelheiros e Capela do Socorro, na Zona Sul, por exemplo, conta com parques, mas que em 2008 não possuía nenhum.
Segundo ele, em 2005, a cidade tinha 34 parques e hoje tem 81. Alguns deles, no entanto, apenas necessitaram de pequenos investimentos para transformar áreas já verdes em parques. A meta é alcançar 100 até o final do ano.
Ele avalia que a desapropriação dessa área valorizada na Rua Augusta deva consumir R$ 50 milhões dos cofres públicos. A avaliação dos construtores é que a área vale R$ 100 milhões. O secretário, no entanto, descarta que a área seja uma das prioridades para este ano.
O terreno integra um grupo de 50 áreas verdes observadas pela Prefeitura e com potencial para criação de parques apenas na próxima gestão, a partir de 2013.
Sentindo a falta de apoio da Prefeitura, os moradores contrários ao projeto dizem preferir que a área fique como está, sem que seja impermeabilizada, a que tenha a construção de dois espigões.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/03/construtoras-querem-mudar-area-tombada-para-erguer-predios-em-sp.html
terça-feira, 27 de março de 2012
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Audiência Pública em 13.07.2011 foi CANCELADA
Subject: COMUNICADO DE SUSPENSÃO DE APRESENTAÇÃO EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO LOCALIZADO ENTRE AS RUAS CAIO PRADO, AUGUSTA E MARQUÊS DE PARANAGUÁ.
COMUNICADO DE SUSPENSÃO DE APRESENTAÇÃO PÚBLICA SOBRE EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO LOCALIZADO ENTRE AS RUAS CAIO PRADO, AUGUSTA E MARQUÊS DE PARANAGUÁ.
A pedido da própria empresa proprietária do terreno, que havia solicitado apresentação pública para dialogar com os moradores interessados, está suspensa a apresentação pública prevista para 13/07/2011, às 18h.
Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente
Audiência Pública em 13.07.2011 foi CANCELADA
gilberto dimenstein
13/07/2011 - 09h58
Augusta: a rua do futuro
Não conheço em nenhum lugar do mundo uma única região que reúna em tão pouco espaço tantas tribos diferentes como Baixo Augusta. É a face do que pode ser uma cidade contemporânea, baseada na diversidade e na criatividade. Estou convencido que ali, nessa mistura caótica, está se fazendo o melhor cartão postal de São Paulo. Daí a importância simbólica de dois fatos.
A comunidade tanto lutou que conseguiu extrair da prefeitura a promessa que de um terreno com reserva de mata atlântica virasse parque --ali onde já foi o colégio Equipe (o DNA do ambiente do Baixo Augusta). O próprio prefeito Gilberto Kassab me disse que, apesar dos projetos imobiliários privados, vai ceder ao movimento pelo parque.
No local onde era um inferninho (Quilt), o poder público se comprometeu em ter uma praça, que será a entrada do teatro Cultura Artística, em fase de recuperação depois de destruído pelo fogo. A ideia é que a praça tenha espetáculos abertos e gratuitos de música erudita, conectada à praça Roosevelt, que conta com a proximidade com os grupos teatrais de vanguarda e que se vinculam à revitalização da paisagem urbana como Os Satyros e Parlapatões.
Aposto que, com as obras concluídas, ali será a grande praça da cultura do Brasil, mostrando o que existe de novo, como se fosse uma casa de espetáculo sem muros.
Parecem coisas pequenas. Mas nada mais contemporâneo do que a revolução do local. Nada mais contemporâneo do que usar a arte para criar ambientes democráticos e criativos no espaço público.
É a visão de que o bom da cidade, apesar de seu estresse, é o aprendizado pela convivência.
Gilberto Dimenstein, 54, integra o Conselho Editorial da FOLHA DE S.PAULO e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver na Harvard projeto de comunicação para a cidadania.
13/07/2011 - 09h58
Augusta: a rua do futuro
Não conheço em nenhum lugar do mundo uma única região que reúna em tão pouco espaço tantas tribos diferentes como Baixo Augusta. É a face do que pode ser uma cidade contemporânea, baseada na diversidade e na criatividade. Estou convencido que ali, nessa mistura caótica, está se fazendo o melhor cartão postal de São Paulo. Daí a importância simbólica de dois fatos.
A comunidade tanto lutou que conseguiu extrair da prefeitura a promessa que de um terreno com reserva de mata atlântica virasse parque --ali onde já foi o colégio Equipe (o DNA do ambiente do Baixo Augusta). O próprio prefeito Gilberto Kassab me disse que, apesar dos projetos imobiliários privados, vai ceder ao movimento pelo parque.
No local onde era um inferninho (Quilt), o poder público se comprometeu em ter uma praça, que será a entrada do teatro Cultura Artística, em fase de recuperação depois de destruído pelo fogo. A ideia é que a praça tenha espetáculos abertos e gratuitos de música erudita, conectada à praça Roosevelt, que conta com a proximidade com os grupos teatrais de vanguarda e que se vinculam à revitalização da paisagem urbana como Os Satyros e Parlapatões.
Aposto que, com as obras concluídas, ali será a grande praça da cultura do Brasil, mostrando o que existe de novo, como se fosse uma casa de espetáculo sem muros.
Parecem coisas pequenas. Mas nada mais contemporâneo do que a revolução do local. Nada mais contemporâneo do que usar a arte para criar ambientes democráticos e criativos no espaço público.
É a visão de que o bom da cidade, apesar de seu estresse, é o aprendizado pela convivência.
Gilberto Dimenstein, 54, integra o Conselho Editorial da FOLHA DE S.PAULO e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver na Harvard projeto de comunicação para a cidadania.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Audiência Pública em 13.07.2011
ALIADOS E FREQUENTADORES DO PARQUE!
POPULAÇÃO DE SÃO PAULO!
É NESTA QUARTA-FEIRA, DIA 13/07 - 18 H - NOVOTEL JARAGUÁ, A 3ª AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA APRESENTAR AO PÚBLICO O EMPREENDIMENTO QUE DESTRUIRÁ GRANDE PARTE DA ÁREA VERDE DO PARQUE AUGUSTA PARA CONSTRUÇÃO NO LOCAL DE 2 TORRES DE CONCRETO.
MAS NÃO SE PREOCUPEM, ELES SÃO BONZINHOS E DEIXARÃO TODOS USUFRUÍREM DA PRACINHA PARTICULAR DO CONDOMÍNIO QUE PROMETEM DOAR À PREFEITURA. ISSO, ENQUANTO DURAR A PACIÊNCIA DOS CONDÔMINOS COM OS INTRUSOS FREQUENTADORES.
POR ISSO, COMPAREÇAM E DIGAM UM ENORME E SONORO NÃO A ESTE EMPREENDIMENTO QUE PRETENDE ENGABELAR A POPULAÇÃO E DESTRUIR A ÚLTIMA ÁREA VERDE E A ÚNICA POSSIBILIDADE DE LAZER AO AR LIVRE DA REGIÃO.
CONTAMOS MUITO COM A PRESENÇA DE VOCÊS. SE MANIFESTEM, DIGAM NÃO À SUA MANEIRA, MAS ESTEJAM LÁ PARA DIZER.
NAS OUTRAS AUDIÊNCIAS LEVAMOS OS ALUNOS DAS ESCOLAS DA REGIÃO, MAS DESTA VEZ, ESTRATEGICAMENTE, ELES AGENDARAM NAS FÉRIAS ESCOLARES.
LEVAREMOS FAIXAS, AS MAIS DE 20 MIL ASSINATURAS E TODAS AS MATÉRIAS ONDE É EVIDENTE A OPINIÃO PÚBLICA SOBRE O QUE A POPULAÇÃO ANSEIA: O PARQUE AUGUSTA NA TOTALIDADE DO TERRENO!
Abraço
Sérgio Carrera
Antônio Fernandes
POPULAÇÃO DE SÃO PAULO!
É NESTA QUARTA-FEIRA, DIA 13/07 - 18 H - NOVOTEL JARAGUÁ, A 3ª AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA APRESENTAR AO PÚBLICO O EMPREENDIMENTO QUE DESTRUIRÁ GRANDE PARTE DA ÁREA VERDE DO PARQUE AUGUSTA PARA CONSTRUÇÃO NO LOCAL DE 2 TORRES DE CONCRETO.
MAS NÃO SE PREOCUPEM, ELES SÃO BONZINHOS E DEIXARÃO TODOS USUFRUÍREM DA PRACINHA PARTICULAR DO CONDOMÍNIO QUE PROMETEM DOAR À PREFEITURA. ISSO, ENQUANTO DURAR A PACIÊNCIA DOS CONDÔMINOS COM OS INTRUSOS FREQUENTADORES.
POR ISSO, COMPAREÇAM E DIGAM UM ENORME E SONORO NÃO A ESTE EMPREENDIMENTO QUE PRETENDE ENGABELAR A POPULAÇÃO E DESTRUIR A ÚLTIMA ÁREA VERDE E A ÚNICA POSSIBILIDADE DE LAZER AO AR LIVRE DA REGIÃO.
CONTAMOS MUITO COM A PRESENÇA DE VOCÊS. SE MANIFESTEM, DIGAM NÃO À SUA MANEIRA, MAS ESTEJAM LÁ PARA DIZER.
NAS OUTRAS AUDIÊNCIAS LEVAMOS OS ALUNOS DAS ESCOLAS DA REGIÃO, MAS DESTA VEZ, ESTRATEGICAMENTE, ELES AGENDARAM NAS FÉRIAS ESCOLARES.
LEVAREMOS FAIXAS, AS MAIS DE 20 MIL ASSINATURAS E TODAS AS MATÉRIAS ONDE É EVIDENTE A OPINIÃO PÚBLICA SOBRE O QUE A POPULAÇÃO ANSEIA: O PARQUE AUGUSTA NA TOTALIDADE DO TERRENO!
Abraço
Sérgio Carrera
Antônio Fernandes
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Carta desabafo
Aliados, Frequentadores do Parque e Defensores do Verde e de uma Vida mais Saudável.
De nada tem adiantado os diversos Movimentos de diferentes comunidades da cidade de São Paulo em defesa de seus parques e áreas verdes. Parece não chegar aos ouvidos do Sr Prefeito, nem ao conhecimento da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, as inúmeras matérias publicadas recentemente nos jornais sobre a importância dessas áreas verdes para a saúde e a qualidade de vida da população.
Pouco efeito tem surtido os piqueniques, as caminhadas pelo verde, os abraços aos parques para alardear e demonstrar publicamente que a população não deseja mais construções a sua volta, mas, sim, espaços verdes, áreas livres, onde possam conviver e se sociabilizar com tranqüilidade e segurança.
Pois, mais uma vez, esta Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, que deveria defender as poucas áreas verdes que ainda nos restam, promove uma nova Audiência Pública, abrindo mais uma brecha para se aprovar um empreendimento de uma construtora que pretende destruir grande parte da última área verde do Centro de São Paulo, para erguer no local duas enormes torres de concreto armado.
O que mais é preciso fazer para que o poder público entenda e acate os anseios da população?
São mais de 20 mil assinaturas no papel e quase 10 mil assinaturas na petição on line pela preservação destes 24 mil m² de verde e a criação ali do Parque Municipal Augusta.
Que interesses se escondem por trás deste descaso e má vontade em respeitar a opinião pública?
Será que estes senhores se esquecem que ocupam seus cargos públicos graças aos votos desses mesmos cidadãos, cujas reivindicações estão sendo ignoradas constantemente?
Mas somos guerreiros e incansáveis na nossa luta pelo Parque Augusta. Sabemos a força e o poder que a união de pessoas no exercício de sua cidadania tem para conquistar os seus interesses. Faremos o impossível para salvar estas árvores centenárias da destruição. Recorreremos a todas as instâncias judiciárias para fazer valer os nossos direitos estabelecidos na Constituição e para nos proteger destes irresponsáveis que caminham na contramão do pensamento mundial de preservação do nosso planeta, que querem assassinar nossas árvores e não defendê-las.
SENDO ASSIM, VAMOS LOTAR A CAIXA POSTAL DESTES SENHORES COM MANIFESTAÇÕES DE REPÚDIO A ESTA NOVA AUDIÊNCIA PÚBLICA E À AMEAÇA PERMANENTE DE DESTRUIÇÃO DESTA ÁREA VERDE COM A CONIVÊNCIA DE QUEM DEVERIA DEFENDÊ-LA.
QUEM SABE ASSIM ELES ENTENDAM MELHOR NOSSOS ANSEIOS?
Secretário do Verde e do Meio Ambiente (será mesmo!?)
eduardojorge@prefeitura.sp.gov.br
"SGM - Gabinete do Prefeito": , gabinetedoprefeito@prefeitura.sp.gov.br
Aliados do Parque Augusta
Muito oportuna essa carta/desabafo. Vamos aproveitar o momento e fazermos uma reflexão aqui nesse mesmo espaço virtual. Não pretendo discutir quem, nem porque estamos errando. Importante agora é não continuarmos errando. Mas, precisamos saber no que erramos, em que momento, ou quais iniciativas estavam erradas.
Nesse sentido, explico, alguns detalhes que acho importante sobre a minha ausência da reunião de fevereiro/2011. Marcamos para uma 3ª feira e estava confirmada até no domingo. Mas houve antecipação para a segunda feira e não li a mensagem a tempo. Sendo assim, não foi possível o meu comparecimento e, apesar de solicitar um resumo das discussões, não as recebi.
Em maio, fiquei sabendo da programação do "Picnic" programado para o dia do meio ambiente,como defato aconteceu. Acho que foi uma idéia inovadora e poderíamos ter aproveitado muitomais a excelente idéia.
Qual o problema? Acredito que o "picnic" ficou desvinculado da nossa luta pelo parque Augusta. Na minha opinião, toda a divulgação deveria ter sido em primeiro lugar, chamando a nossa reivindicação, a nossa luta! As pessoas iriam comparecer para rivindicar o parque Augusta! Mas, as pessoas que compareceram, em sua maioria, estavam apenas divertindo-se. Espero que ao menos, saibamos aprender com os nossos erros. A história mostrada nos painéis, foi muito oportuna. Mas, acredito que será ainda mais importante que aquelas pessoas nos escrevam dizendo sobre os erros cometidos e as estratégias da vitória. Sem esquecermos que o momento é muito diferente, concorrido e mais corrupto.
Por que os alunos não compareceram? Os alunos foram informados de um "picnic", assim dizia a divulgação escrita e, o tempo foi bastante escasso para trabalharmos explicando os nossos principais objetivos.
Aproveito para informar que os nossos alunos, estão em férias apartir do dia 04.07 e, a não ser que façamos um enorme trabalho conjunto, não teremos a participação deles no dia da audiência pública.
Sugestões:
1) Estimularmos esse debate com os alunos logo após a apresentação da peça "Super C", ainda com a presença dos atores no palco;
2) Fazermos uma apresentação pública e gratúita da peça "Super C", seguida de debate;
3) Contatarmos os demais organizadores e atores dos demais movimentos para uma manifestação conjunta nos dias 9 ou 10.07, aqui na região central quando poderemos ter um número maior de participantes e poderemos merecer o apoio de alguns veículos de comunicação. Não esperemos a cobertura ou divulgação dos grandes jornais ou TVs por ser esses nossos vilões, grandes anunciantes.
4) Enviarmos cópia dessa sua carta, a qual assino em baixo, para Marina Silva (que defendeu Eduardo Jorge, em sua entrevista no programa Roda Viva da TV Cultura), SOS Mata Atlântica, e demais personalidades que tivermos acesso, além de divulgar nos foruns de meio ambiente, nos jornais e na imprensa em geral.
5) Divulgar a sua carta com o link da petição e a quantidade (nº) total de assinaturas até o presente momento, com os endereços de e-mail dos veriadores, deputados estaduais e de mais políticos, para que todos nós, nossos amigos e demais pessoas possamos divulgar;
6) Procurar somar todas as idéias que nos levem a vitória que é a criação do parque Augusta. Sem descartar qualquer ídéia. Enquanto isso poderiamos tentar conseguir o apoio de deputados estaduais e abrir nova frente para um parque estadual!
Por enquanto é só! Precisamos, sem perda de tempo arregaçar nossas mangas e sairmos à luta. Qualquer tempo perdido, estaremos "jogando nossas toalhas no chão".
Aguardo respostas para esse debate virtual.
Antônio Fernandes
De nada tem adiantado os diversos Movimentos de diferentes comunidades da cidade de São Paulo em defesa de seus parques e áreas verdes. Parece não chegar aos ouvidos do Sr Prefeito, nem ao conhecimento da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, as inúmeras matérias publicadas recentemente nos jornais sobre a importância dessas áreas verdes para a saúde e a qualidade de vida da população.
Pouco efeito tem surtido os piqueniques, as caminhadas pelo verde, os abraços aos parques para alardear e demonstrar publicamente que a população não deseja mais construções a sua volta, mas, sim, espaços verdes, áreas livres, onde possam conviver e se sociabilizar com tranqüilidade e segurança.
Pois, mais uma vez, esta Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, que deveria defender as poucas áreas verdes que ainda nos restam, promove uma nova Audiência Pública, abrindo mais uma brecha para se aprovar um empreendimento de uma construtora que pretende destruir grande parte da última área verde do Centro de São Paulo, para erguer no local duas enormes torres de concreto armado.
O que mais é preciso fazer para que o poder público entenda e acate os anseios da população?
São mais de 20 mil assinaturas no papel e quase 10 mil assinaturas na petição on line pela preservação destes 24 mil m² de verde e a criação ali do Parque Municipal Augusta.
Que interesses se escondem por trás deste descaso e má vontade em respeitar a opinião pública?
Será que estes senhores se esquecem que ocupam seus cargos públicos graças aos votos desses mesmos cidadãos, cujas reivindicações estão sendo ignoradas constantemente?
Mas somos guerreiros e incansáveis na nossa luta pelo Parque Augusta. Sabemos a força e o poder que a união de pessoas no exercício de sua cidadania tem para conquistar os seus interesses. Faremos o impossível para salvar estas árvores centenárias da destruição. Recorreremos a todas as instâncias judiciárias para fazer valer os nossos direitos estabelecidos na Constituição e para nos proteger destes irresponsáveis que caminham na contramão do pensamento mundial de preservação do nosso planeta, que querem assassinar nossas árvores e não defendê-las.
SENDO ASSIM, VAMOS LOTAR A CAIXA POSTAL DESTES SENHORES COM MANIFESTAÇÕES DE REPÚDIO A ESTA NOVA AUDIÊNCIA PÚBLICA E À AMEAÇA PERMANENTE DE DESTRUIÇÃO DESTA ÁREA VERDE COM A CONIVÊNCIA DE QUEM DEVERIA DEFENDÊ-LA.
QUEM SABE ASSIM ELES ENTENDAM MELHOR NOSSOS ANSEIOS?
Secretário do Verde e do Meio Ambiente (será mesmo!?)
eduardojorge@prefeitura.sp.gov.br
"SGM - Gabinete do Prefeito": , gabinetedoprefeito@prefeitura.sp.gov.br
Aliados do Parque Augusta
Muito oportuna essa carta/desabafo. Vamos aproveitar o momento e fazermos uma reflexão aqui nesse mesmo espaço virtual. Não pretendo discutir quem, nem porque estamos errando. Importante agora é não continuarmos errando. Mas, precisamos saber no que erramos, em que momento, ou quais iniciativas estavam erradas.
Nesse sentido, explico, alguns detalhes que acho importante sobre a minha ausência da reunião de fevereiro/2011. Marcamos para uma 3ª feira e estava confirmada até no domingo. Mas houve antecipação para a segunda feira e não li a mensagem a tempo. Sendo assim, não foi possível o meu comparecimento e, apesar de solicitar um resumo das discussões, não as recebi.
Em maio, fiquei sabendo da programação do "Picnic" programado para o dia do meio ambiente,como defato aconteceu. Acho que foi uma idéia inovadora e poderíamos ter aproveitado muitomais a excelente idéia.
Qual o problema? Acredito que o "picnic" ficou desvinculado da nossa luta pelo parque Augusta. Na minha opinião, toda a divulgação deveria ter sido em primeiro lugar, chamando a nossa reivindicação, a nossa luta! As pessoas iriam comparecer para rivindicar o parque Augusta! Mas, as pessoas que compareceram, em sua maioria, estavam apenas divertindo-se. Espero que ao menos, saibamos aprender com os nossos erros. A história mostrada nos painéis, foi muito oportuna. Mas, acredito que será ainda mais importante que aquelas pessoas nos escrevam dizendo sobre os erros cometidos e as estratégias da vitória. Sem esquecermos que o momento é muito diferente, concorrido e mais corrupto.
Por que os alunos não compareceram? Os alunos foram informados de um "picnic", assim dizia a divulgação escrita e, o tempo foi bastante escasso para trabalharmos explicando os nossos principais objetivos.
Aproveito para informar que os nossos alunos, estão em férias apartir do dia 04.07 e, a não ser que façamos um enorme trabalho conjunto, não teremos a participação deles no dia da audiência pública.
Sugestões:
1) Estimularmos esse debate com os alunos logo após a apresentação da peça "Super C", ainda com a presença dos atores no palco;
2) Fazermos uma apresentação pública e gratúita da peça "Super C", seguida de debate;
3) Contatarmos os demais organizadores e atores dos demais movimentos para uma manifestação conjunta nos dias 9 ou 10.07, aqui na região central quando poderemos ter um número maior de participantes e poderemos merecer o apoio de alguns veículos de comunicação. Não esperemos a cobertura ou divulgação dos grandes jornais ou TVs por ser esses nossos vilões, grandes anunciantes.
4) Enviarmos cópia dessa sua carta, a qual assino em baixo, para Marina Silva (que defendeu Eduardo Jorge, em sua entrevista no programa Roda Viva da TV Cultura), SOS Mata Atlântica, e demais personalidades que tivermos acesso, além de divulgar nos foruns de meio ambiente, nos jornais e na imprensa em geral.
5) Divulgar a sua carta com o link da petição e a quantidade (nº) total de assinaturas até o presente momento, com os endereços de e-mail dos veriadores, deputados estaduais e de mais políticos, para que todos nós, nossos amigos e demais pessoas possamos divulgar;
6) Procurar somar todas as idéias que nos levem a vitória que é a criação do parque Augusta. Sem descartar qualquer ídéia. Enquanto isso poderiamos tentar conseguir o apoio de deputados estaduais e abrir nova frente para um parque estadual!
Por enquanto é só! Precisamos, sem perda de tempo arregaçar nossas mangas e sairmos à luta. Qualquer tempo perdido, estaremos "jogando nossas toalhas no chão".
Aguardo respostas para esse debate virtual.
Antônio Fernandes
domingo, 29 de maio de 2011
Dia do Meio Ambiente
Estaremos reinvidicando nosso parque em uma manifestação inusitada. Participe e convide seus amigos e amigas.
Estaremos nos manifestando também contrário à reforma do código Florestal aprovado na Câmara dos Deputados nesta última semana.
Estaremos nos manifestando também contrário à reforma do código Florestal aprovado na Câmara dos Deputados nesta última semana.
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